Foram empurrados para o lado esquerdo da doca, onde para saltarem, de e para dentro dos botes, rezam primeiro um padre-nosso antes de escorregarem nas pedras soltas cheias de limos e partirem a cabeça ou alguma costela, no mínimo!.A consideração destes "gestores públicos" pelos pescadores que deram vida a Buarcos e depois á Figueira, está bem patente nas condições a que obrigam velhos a fazerem "rapel" subindo ou descendo a rampa em condições mais do que precárias enquanto transportam ao mesmo tempo apetrechos de pesca ou, como neste caso, o depósito de gasolina.Porque a segurança dos apetrechos, motor e depósito respectivo é reduzido a zero, o mesmo tem que ser retirado diariamente, pois nem um posto da GNR-Guarda fiscal, ASAE e Polícia Marítima a poucos metros, conseguem travar os roubos de gasolina!
Mas em verdade se diga que os mesmos não estão ali para proteger embarcações mas sim incumbidos de fiscalizar e vigiar uma fronteira de Portugal.
O seu serviço é fiscalizar os iates que chegam ou saem da Figueira!.Caros srs do IPTM, exige-se que respeitem os que praticam a pesca artesanal e os pescadores que a praticam, descendentes directos daqueles que fizeram de Buarcos e Figueira aquilo que elas são hoje!.
Mas este caso tem ligações com outro protagonizado pela Câmara Municipal.
.
Estes pescadores pagam impostos!
.Como cidadãos, tal como outros que dependem das condições oferecidas pelo estado para executarem o seu trabalho diário, têm direito a que o mesmo estado (neste caso o IPTM, que tem a concessão da Doca da Figueira e a Câmara a quem pagam impostos), lhes proporcionem as melhores condições possíveis para exercerem o seu trabalho!
O que manifestamente não acontece, tornando-se assim juridicamente responsáveis directos por qualquer acidente a que os pescadores profissionais, possam estar sujeitos.
É inadmissível que o Presidente da Câmara da Figueira da Foz, nada faça para resolver este caso de desprezo por cidadãos que moram no seu concelho! .Homens de 80 anos obrigados a serem "alpinistas" correndo diariamente riscos de vida em consequência de quedas, são resultado de actos de má fé.
O IPTM pretende (já por várias vezes dito), correr com os pescadores também deste lado da doca, para poder expandir a marina, que mais não é do que um parque de estacionamento marítimo e um stand de vendas!

Sem comentários:
Enviar um comentário